Luta contra a Covid-19 avança com remédio imunizante e mais 2 vacinas na fase 3 - Jornal Potiguar

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quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Luta contra a Covid-19 avança com remédio imunizante e mais 2 vacinas na fase 3

A batalha contra a pandemia da Covid-19 deu passos importantes nos últimos dois meses deste ano: além do início da vacinação em ao menos 45 países, duas novas iniciativas de vacinas contra a doença e um medicamento para tratar o novo coronavírus, apresentado pela AstraZeneca, chegaram à fase três de testes clínicos.

As mais recentes candidatas a vacina contra a Covid-19 a chegar ao último estágio de desenvolvimento são a Covaxin, iniciativa indiana, da empresa Bharat Biotech, e a RBD-Dimer, do laboratório chinês Anhui Zhifei Longcom Biopharmaceutical.

A Covaxin envolve apenas instituições indianas e a fase três de testes começou em 16 de novembro, com o objetivo de recrutar 26 mil voluntários. Pouco mais de um mês depois, a farmacêutica anunciou que metade desse número já havia sido alcançado. Trata-se do maior teste clínico conduzido por pesquisas de imunizantes contra a Covid-19 no país e os voluntários receberão duas doses intramusculares com 28 dias de diferença entre as aplicações.

A vacina indiana usa a tecnologia do vírus inativado e é desenvolvida pelo Instituto Internacional Bharat de Biotecnologia, em parceria com o Conselho Indiano de Pesquisas Médicas (ICMR, na sigla em inglês), através de seu Instituo Nacional de Virologia (NIV, na sigla em inglês).

Já a RBD-Dimer, conduzida por instituições chinesas, é liderada pela biofarmacêutica Anhui Zhifei Longcom em parceria com o Instituto de Microbiologia da Academia Chinesa de Ciências.

A empresa informou que a fase três de testes se iniciou no dia 6 de novembro, deve durar um ano e tem o objetivo de recrutar 29 mil voluntários. Imunizante e placebo serão aplicados em pessoas de 18 anos ou mais, de maneira intramuscular. A plataforma pela qual a vacina foi desenvolvida é chamada subunidade proteica e envolve a aplicação de proteínas do novo coronavírus diretamente no corpo humano.

CNN BRASIL

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