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Mais de 97% da mortes em Israel por Covid-19 foram de pessoas não vacinadas, diz primeiro-ministro

RN registra 459 novos casos de coronavírus; 06 óbitos nas últimas 24 horas e outros 19 após resultados de exames laboratoriais de dias ou semanas anteriores

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta terça-feira (09). Foram mais 459 casos confirmados, totalizando 145.729. Até segunda-feira (8) eram 145.270 infectados.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 3.365 no total. Seis(06) óbitos foram registrados nas últimas 24h, de pacientes residentes em Natal(03), Parnamirim(01), São José do Mipibu(01) e Doutor Severiano(01).

A Sesap registrou 19 (dezonove) óbitos ocorridos em dias ou semanas anteriores, após a confirmação de exames laboratoriais. Até segunda-feira (7), eram contabilizados 3.340 mortos. Óbitos em investigação são 593.

Casos suspeitos somam 86.308 e descartados 334.426. Recuperados são 104.832.

Inflação oficial registra a menor taxa desde agosto

Foto: Economia G1

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, avançou 0,25% em janeiro, depois de ter subido 1,35% em dezembro, segundo divulgou nesta terça-feira (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Trata-se da menor taxa mensal desde agosto de 2020 (0,24%), embora ela permaneça acima do centro da meta em 12 meses.

Os preços da energia elétrica iniciaram o ano em queda e ajudaram a aliviar a inflação. Por outro lado, alimentos e bebidas continuam a puxar os preços para cima, ainda que com menos força.

A inflação oficial de janeiro ficou abaixo da expectativa do mercado. Pesquisa da Reuters projetava um avanço de 0,31%.

Energia elétrica recua 5,6%

O item que mais contribuiu para a inflação perder força em janeiro foi energia elétrica, que teve queda de 5,60% e representou o maior impacto negativo no índice do mês (-0,26 ponto percentual).

“Após a vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 2 em dezembro, passou a vigorar em janeiro a bandeira amarela. Assim, em vez do acréscimo de R$ 6,243 por cada 100 quilowatts-hora, o consumidor passou a pagar um adicional bem menor, de R$ 1,343. O que resultou em uma deflação (-1,07%) no grupo Habitação, do qual esse item faz parte”, destacou o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.

Alta em 7 dos 9 grupos pesquisados

A maior pressão veio mais uma vez do grupo Alimentação e bebidas, que registrou avanço de 1,02% em janeiro, embora tenha desacelerado a alta na comparação com dezembro (1,74%).

Dos 9 grupos de produtos e serviços pesquisados, 7 tiveram avanço nos preços em janeiro. Confira:

Alimentação e bebidas: 1,02%

Habitação: -1,07%

Artigos de residência: 0,86%

Vestuário: -0,07%

Transportes: 0,41%

Saúde e cuidados pessoais: 0,32%

Despesas pessoais: 0,39%

Educação: 0,13%

Comunicação: 0,02%

Além dos custos com habitação, outro grupo que registrou deflação em janeiro foi o de Vestuário (-0,07%), após alta de 0,59% em dezembro, quando as vendas do setor tradicionalmente se aquecem em razão das festas de final de ano.

Menor espalhamento da alta de preços

O índice de difusão do IPCA desacelerou na passagem de dezembro para janeiro. Segundo o gerente da pesquisa, ele reflete o espalhamento da alta de preços entre os 377 subitens pesquisados. Em dezembro, este índice havia sido de 72%, caindo para 66% em janeiro.

Alta de 4,56% em 12 meses

Em 12 meses, o IPCA passou a acumular alta de 4,56%, acima dos 4,52% observados nos 12 meses anteriores e da meta central do governo para o ano, que é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Cebola e tomate são destaques de alta

Os alimentos para consumo no domicílio, que haviam subido 2,12% no mês anterior, desaceleraram a alta para 1,06% em janeiro. Já a alimentação fora do domicílio seguiu movimento inverso, passando de 0,77% em dezembro para 0,91% em janeiro, pressionada principalmente pela alta do lanche (1,83%).

Os destaques de alta entre os alimentos no mês de janeiro foram cebola (17,58%) e tomate (4,89%), que haviam recuado no mês anterior. No lado das quedas, houve queda nos preços de carnes (-0,08%), leite longa vida (-1,35%) e óleo de soja (-1,08%) – que acumulou alta de 103,79% em 2020.

Segundo o IBGE, o recuo nos preços das carnes, que em dezembro haviam registrado alta de 3,58%, pode ser um reflexo do fim do auxílio emergencial.

“De fato, o Auxílio Emergencial ajudou a sustentar uma alta dos alimentícios ao longo do ano passado, porque esses recursos são geralmente direcionados para o consumo de produtos essenciais. Essa deflação das carnes em janeiro pode ter a ver com a redução do benefício, mas pode ter outras influências do próprio mercado que a gente precisa aguardar para analisar melhor”, disse Kislanov.

O pesquisador lembrou, no entanto, que nos primeiros quatro meses de 2020 as carnes também registraram deflação, depois de terem registrado aumento expressivo de 18,06% em dezembro de 2019.

Combustíveis mais caros

Embora o custo do grupo transportes tenha desacelerado a alta, os preços dos combustíveis avançaram 2,13%, apresentando variação superior à do mês passado (1,56%), com destaque para gasolina (2,17%) e óleo diesel (2,60%).

Já o preço do gás de botijão subiu 3,19% em janeiro, o oitavo mês consecutivo de alta.

Os preços dos automóveis novos (1,31%) também subiram em janeiro.

Itens de casa e planos de saúde

Em Artigos de residência, o maior impacto veio dos itens de mobiliário (1,48%), que acumulam alta de 8,82% nos últimos cinco meses. Na sequência, destaque para a alta nos preços de eletrodomésticos e equipamentos (1,58%) e de artigos de cama, mesa e banho (1,27%).

No grupo Saúde e cuidados pessoais, o maior impacto veio do item plano de saúde (0,66%), que estavam com reajuste suspenso em 2020 e terão agora em 2021 aumentos retroativos. Em janeiro, foi incorporada a primeira parcela da fração mensal do reajuste anual suspenso em 2020.

Inflação de serviços desacelera

A inflação de serviços desacelerou de 0,83% em dezembro para 0,07% em janeiro. Segundo o gerente da pesquisa, o resultado foi puxado pela queda de 19,93% no preço das passagens aéreas, que havia registrado alta de 28,05% no mês anterior.

Também teve impacto relevante nessa desaceleração o preços dos transportes por aplicativo, que tiveram queda de 12,08% em janeiro, depois de terem avançado 13,20% em dezembro.

Meta de inflação e perspectivas para 2021

Para 2021, o mercado financeiro subiu de 3,53% para 3,60% a previsão para o IPCA, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Neste ano, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.

Em 2020, pressionado pelos preços dos alimentos, o IPCA ficou em 4,52%, acima do centro da meta para o ano, que era de 4%, mas dentro do intervalo de tolerância. Foi a maior inflação anual desde 2016.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic), atualmente em 2% – mínima histórica.

Os analistas do mercado projetam uma Selic em 3,5% no final de 2021, o que pressupõe alta da Selic no decorrer do ano.

Inflação por região do país

Das 16 áreas pesquisadas pelo IBGE, apenas duas registraram deflação em janeiro. O menor resultado ficou com o município de Goiânia (-0,17%), influenciado pela queda de 7,53% na energia elétrica. Em Belém, houve variação negativa de 0,03%.

Já o maior índice foi registrado no município de Campo Grande (0,53%), onde pesaram as altas da gasolina (2,42%) e da taxa de água e esgoto (4,90%).

Em São Paulo e no Rio de Janeiro, as taxas foram de 0,24% e 0,18%, respectivamente.

INPC varia 0,27% em janeiro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC, usado como referência para o reajuste dos benefícios previdenciários, teve alta de 0,27% em janeiro, contra 1,46% em dezembro. Em 12 meses, o índice acumula alta de 5,53%, acima dos 5,45% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos

    Deve ser verdade.
    Como o gráfico mostra um crecimento exponencial da inflação, de junho até dezembro do ano passado, que pode ser claramente observado nas prateleiras dos supermercados, bombas de postos de combustíveis e mesmo no gás de cozinha, logo se mantesse esse rítimo, viraríamos uma Venezuela antes de junho desse ano, antecipando a meta de bolsonaro que é que viremos uma Venezuela até o fim de 2022.
    kkkkkkkkkkkkkkkkk

Taxa de ocupação de leitos críticos na rede pública para covid no RN no fim da manhã desta terça-feira chega a 73,8%; Grande Natal registra 81,4%

Foto: (Reprodução/Regula/Sesap)

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 73,8%, registrada no início da manhã desta terça-feira (09). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 348.

Até o momento desta publicação são 64 leitos críticos (UTI) disponíveis e 180 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 134 disponíveis e 168 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 81,4% dos leitos críticos ocupados, a região Seridó tem 74,3% e a Região Oeste tem 61,3%.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Erasmo

    E crescendo. Natal é uma das 5 cidades mais procuradas para o Carnaval, mesmo não tendo os shows públicos. Depois a tendência é piorar.

Mais de 97% da mortes em Israel por Covid-19 foram de pessoas não vacinadas, diz primeiro-ministro

Foto: Miriam Elster – 9.jan.2021/Reuters

Mais de 97% das mortes causadas pela Covid-19 em Israel nos últimos 30 dias foram de pessoas não vacinadas contra a doença, disse nesta terça-feira (9) o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

“Quero dar-lhes um fato chocante: no último mês – nos últimos 30 dias – 1.536 pessoas – morreram (de Covid-19) no Estado de Israel. Mais de 97% delas não foram vacinadas. Menos de 3% foram vacinados”, disse Netanyahu.

A campanha de vacinação em Israel começou em 19 de dezembro com foco em israelenses com mais de 60 anos e outros grupos de alto risco.

O país, desde então, reduziu a idade mínima de vacinação para 16 anos, mas vê menos urgência entre os mais jovens que são menos propensos a complicações perigosas do novo coronavírus.

As autoridades israelenses também acreditam que algumas pessoas são influenciadas por rumores de possíveis efeitos colaterais duradouros das vacinas.

Afirmando que o ceticismo sobre a vacina é “notícia falsa”, Netanyahu acrescentou: “Somos uma nação de vacinação. Temos vacinas para todos os cidadãos, para todos … Se você for se vacinar, estará salvando sua vida”.

“Estamos em uma emergência nacional”, completou Netanyahu, em sua fala aos repórteres.

Cerca de 38% da população de 9 milhões de Israel recebeu pelo menos uma dose da vacina, disse o Ministério da Saúde israelense.

Mas a meta do governo de alcançar 50% de cobertura e reabrir a economia no mês que vem está mais distante agora à medida que o ritmo diário de vacinação diminui.

CNN Brasil, com Reuters

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