O Brasil e o mundo vivem mais uma onda no aumento dos casos de C0VID-19, e além disso, um grande número de casos de gripe, e com isso, vários gestores municipais e estaduais tem soltado decretos restringindo aglomerações e principalmente eventos festivos no país inteiro.
Mesmo com o avanço na imunização, a variante ômicron tem infectado muitas pessoas e tem alertado a todos, causando, mais uma vez, superlotação nos sistemas de saúde.
O fato é que nas últimas semanas, diversos gestores tem enrijecido suas medidas de combate à pandemia: O estado do Ceará proibiu eventos, o do Pernambuco adotou uma série de restrições e diversas cidades do Rio Grande do Norte também soltaram decretos no mesmo sentido, o que resultou no cancelamento de vários eventos por todos os lugares.
Sabemos da importância do trabalho da saúde, e o quanto os profissionais de saúde, que além de infectados, estão cansados com toda essa maratona que começou em março de 2020, mas o setor de eventos, maior prejudicado desde o início da pandemia, suportará outra paralisação?
O fato é que aquietar não quero mensurar qual trabalho é mais importante, mas questionar pela dignidade de poder trabalhar. Os eventos, as festas, não são apenas “farras”, onde pessoas vão por bebedeiras ou pra extravasar, mas é oportunidade de emprego e renda para uma ampla cadeia de profissionais e setores que vão desde manicures e maquiadoras até ambulantes e músicos.

Fonte: Erickson Queiroz

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