A cantora Preta Gil, 48, usou as redes sociais, na terça-feira (10), para revelar que foi diagnosticada com câncer no intestino. Conheça os sintomas, riscos, diagnóstico e tratamento desse tipo de câncer.

“Estive nos últimos 6 dias internada na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, por conta de um desconforto que vinha sentindo e graças a Deus, hoje recebi um diagnóstico definitivo. Tenho um Adenocarcinoma na porção final do intestino”, contou.

Ela disse que vai iniciar o tratamento na próxima segunda-feira (16).

“Conto com a energia de todos para seguir tranquila e confiante”, finalizou.

“Conto com a energia de todos para seguir tranquila e confiante”, finalizou.

Sobre o câncer de intestino

Sinais e sintomas

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), os sintomas mais frequentemente associados ao câncer do intestino são:

sangue nas fezes;

alteração do hábito intestinal (diarreia e prisão de ventre alternados);

dor ou desconforto abdominal;

fraqueza e anemia;

perda de peso sem causa aparente;

alteração na forma das fezes (fezes muito finas e compridas)

tumoração abdominal.

Esses sinais e sintomas também estão presentes em problemas como hemorroidas, verminose, úlcera gástrica e outros, segundo o Inca. Por isso, devem ser investigados para o diagnóstico correto e tratamento específico.

Tratamento

O tratamento é eficaz e pode levar à cura, principalmente quando o diagnóstico é realizado na fase inicial e a doença ainda não se espalhou para outros órgãos. Além da cirurgia, podem ser necessárias sessões de radioterapia ou quimioterapia.

“Estratégias de prevenção primária voltadas à promoção da alimentação saudável, manutenção de peso corporal adequado, prática de atividade física regular, redução do consumo de bebidas alcoólicas e interrupção do uso do tabaco têm grande potencial de reduzir os gastos associados com o câncer colorretal no Brasil”, ressaltou Liz Almeida, chefe da Coordenação de Prevenção e Vigilância do Inca.

Rinaldo Gonçalves destaca que o tratamento combinado é capaz de curar entre 70 e 85% dos casos. “Somente nos pacientes nos quais esse tratamento não for bem sucedido na eliminação da doença, torna-se necessário o tratamento através da cirurgia”.

*Com informações de Lucas Rocha e Tiago Tortella

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